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Bruno Barreto

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 Nota: Se procura a dupla sertaneja, veja Bruno & Barreto.
Bruno Barreto

Barreto durante entrevista ao programa Metrópolis em 2025.
Nome completo Bruno Barreto Borges
Nascimento 16 de março de 1955 (71 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileiro
Ocupação diretor de cinema
produtor cinematográfico
roteirista
Parentesco Luiz Carlos Barreto (pai)
Lucy Barreto (mãe)
Fábio Barreto (irmão)
Cônjuge Amy Irving (1996–2005)
Grande Otelo
Melhor Direção
2014 – Flores Raras
APCA
Melhor Roteiro
1975 - A Estrela Sobe
Guarani
Melhor Diretor
1998 - O Que É Isso, Companheiro?
Festival de Gramado
Melhor Direção
1977 - Dona Flor e Seus Dois Maridos
Outros prêmios
(Ver lista)

Bruno Barreto Borges (Rio de Janeiro, 16 de março de 1955) é um roteirista, produtor e diretor de cinema brasileiro. Reconhecido como um dos diretores mais importantes do cinema nacional, iniciou sua carreira ainda na adolescência e construiu uma filmografia marcada por sucessos de público e crítica, tanto no Brasil quanto no exterior.

Entre suas obras mais notáveis estão Dona Flor e Seus Dois Maridos, por muito tempo o único filme brasileiro a bater a marca de dez milhões de espectadores, O Que É Isso, Companheiro?, indicado pelo Brasil ao Oscar de melhor filme internacional de 1997, e Flores Raras, que competiu pelo Urso de Ouro no Festival de Berlim.[1] Filho dos produtores Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto, e irmão do também cineasta Fábio Barreto, sua trajetória é marcada pela contribuição significativa à projeção internacional do cinema brasileiro.[2]

Juventude

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Bruno Barreto dirige Daniela Vasconcelos no filme Tati, um de seus primeiros filmes.

Filho dos produtores Lucy e Luiz Carlos Barreto, fundadores da produtora LC Barreto — ativa há mais de quatro décadas e considerada uma das mais sólidas do cinema brasileiro[3] —, Bruno Barreto cresceu em um ambiente profundamente ligado à produção cinematográfica. Durante a infância, teve contato com importantes nomes do Cinema Novo, como o cineasta Glauber Rocha.[4]

1966-1977: Primeiros trabalhos e o grande sucesso

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Aos 11 anos, realizou seu primeiro curta-metragem, Três Amigos Não se Separam (1966), utilizando uma câmera antiga presenteada por sua avó, a produtora Lucíola Villela (1915–2016).[5] Nos anos seguintes, dirigiu outros curtas, entre eles O Médico e o Monstro (1968), A Bolsa e a Vida (1971) e Emboscada (1971). Com apenas 17 anos, estreou em longas-metragens com Tati, a Garota (1973), baseado no conto homônimo de Aníbal Machado. O filme teve boa recepção do público e projetou Barreto como um dos mais jovens diretores em atividade no país.[6]

Em 1974, adaptou o romance A Estrela Sobe, de Marques Rebelo.[7] Dois anos depois, dirigiu Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), baseado na obra de Jorge Amado (1912–2001). O longa tornou-se um grande sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca de 10 milhões de espectadores[8] — recorde que só seria superado em 2011 por Tropa de Elite 2, de José Padilha.[9] O filme também garantiu reconhecimento internacional ao diretor e lhe rendeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Gramado de 1977,[10] além de impulsionar a carreira de Sônia Braga.

1978-2000: Filmes fora do Brasil e reconhecimento internacional

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Em 1978, Barreto lançou Amor Bandido, seu primeiro longa com roteiro original, escrito por Leopoldo Serran.[11] Em 1980, adaptou a peça O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues,[12] e, em 1983, dirigiu Gabriela, outra adaptação de Jorge Amado, com participação do ator italiano Marcello Mastroianni.[13]

Na sequência, realizou Além da Paixão (1984)[14] e Romance da Empregada (1988),[15] ambos com roteiros originais. No início da década de 1990, mudou-se para os Estados Unidos, onde dirigiu produções como A Show of Force (1990),[16] The Heart of Justice (1992)[17] e Carried Away (1996).[18]

O Que é Isso Companheiro levou Barreto ao Oscar, maior premiação do cinema.

Em 1996, retornou ao Brasil para dirigir O Que é Isso, Companheiro? (1997), adaptação do livro de Fernando Gabeira.[19] O filme aborda o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, em 1969, por integrantes do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8). A obra gerou debates ao combinar elementos ficcionais e históricos, sendo criticada por parte da sociedade por suavizar a repressão militar. Ainda assim, conquistou projeção internacional, com indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.[20] No ano seguinte, dirigiu One Tough Cop (1998), sua quarta produção internacional.[21]

Em 2000, lançou Bossa Nova[22] e, em 2003, dirigiu View from the Top, seu projeto mais ambicioso em Hollywood, produzido pela Miramax.[23] Posteriormente, realizou O Casamento de Romeu e Julieta (2004), uma releitura da obra de William Shakespeare,[24] e Caixa Dois (2007).[25] Em 2008, lançou Última Parada 174, com roteiro de Bráulio Mantovani (1963), inspirado em um sequestro de ônibus ocorrido no Rio de Janeiro no ano 2000. O filme relata uma ficção sobre a vida de Sandro Barbosa do Nascimento, um garoto de rua do Rio de Janeiro que sobreviveu à Chacina da Candelária em 1993 e, anos mais tarde, sequestrou um ônibus, causando comoção em todo o Brasil. Em 16 de setembro de 2008, o filme foi escolhido pelo Ministério da Cultura como representante do Brasil para competir a uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional na cerimônia de 2009, a qual acabou não se concretizando.[26]

2000-2013: Sucessos de público

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Bruno Barreto no Festival de Cinema de Berlim em 2013.

Entre seus trabalhos mais conhecidos da década de 2010 está Flores Raras (2013), um drama biográfico que retrata o relacionamento entre a poeta norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares. A recepção crítica do filme foi, em grande parte, positiva, destacando-se como um dos trabalhos mais maduros de Barreto. O longa foi elogiado por sua capacidade de tratar um romance homossexual com naturalidade, evitando clichês e focando na complexidade das emoções humanas. O agregador de críticas Rotten Tomatoes relata uma taxa de aprovação de 68% com base em 39 resenhas. O consenso crítico do site diz: "Os ares excessivamente rígidos de Flores Raras às vezes soam mais pretensiosos do que poéticos, mas as atuações consistentes e a fotografia luxuosa deixam uma sensação duradoura de saudade de um amor nos trópicos".[27]

No mesmo ano, Barreto dirigiu Crô - O Filme (2013), derivado do personagem popular da telenovela Fina Estampa.[28] O filme estreou nos cinemas brasileiros em 29 de novembro de 2013 e, em seu primeiro fim de semana em cartaz, foi assistido por cerca de 337 mil espectadores, arrecadando aproximadamente R$ 4,4 milhões.[29] Alexandre Agabiti Fernandez, da Folha de S.Paulo, avaliou o filme de forma bastante negativa, classificando-o como uma comédia superficial e ofensiva. Segundo o crítico, o roteiro aposta em estereótipos e caricaturas, especialmente na construção do protagonista, e utiliza um humor considerado grosseiro e preconceituoso. Ele também aponta que o filme pouco acrescenta ao personagem já conhecido da televisão, além de tratar temas sérios de forma banalizada. Para Fernandez, o resultado é uma obra sem graça, com desfecho forçado e que desrespeita a inteligência do público.[30]

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Já na década de 2020, o diretor passa a investir com maior frequência em comédias de apelo popular. Em Férias Trocadas (2024), a narrativa acompanha duas famílias que viajam para Cartagena, na Colômbia, e, por um equívoco, acabam trocando de hospedagem: uma se instala em um resort de luxo, enquanto a outra vai parar em uma pousada simples.[31] Rogério Machado, do site Papo de Cinemateca, observa em sua crítica que, embora o filme apresente momentos divertidos — impulsionados principalmente pela atuação de Edmilson Filho em dois papéis e pelo elenco de apoio —, há uma perda de ritmo na parte final. Segundo o crítico, a obra poderia ter explorado melhor seu potencial cômico, indo além de uma mensagem considerada previsível sobre aprendizado e convivência.[32]

Em 2025, Barreto dirigiu Traição entre Amigas, lançado em 11 de dezembro do mesmo ano e protagonizado por Larissa Manoela e Giovanna Rispoli, com roteiro baseado no primeiro livro da escritora Thalita Rebouças. A trama acompanha duas amigas cuja relação é abalada por uma traição, fato que altera profundamente o rumo de suas vidas. O filme recebeu, em geral, críticas positivas.[33] A crítica de Cora Rónai, publicada em O Globo, avalia de forma bastante positiva. A autora destaca que o filme surpreende pela qualidade do roteiro e pela direção segura, além da boa sintonia entre as protagonistas, que tornam crível a amizade e seus desdobramentos.[34]

Em setembro de 2022, Tatá Werneck foi confirmada como protagonista de uma minissérie sobre a vida de Carmen Miranda, dirigida por Barreto, com previsão inicial de quatro a seis episódios. No entanto, em novembro de 2024, embora a atriz ainda fosse considerada para o papel, o projeto passou por mudanças significativas: o formato de minissérie foi descartado, dando lugar ao desenvolvimento de um longa-metragem.[35] Intitulado Pra Você Gostar de Mim, o filme foca na fase de Carmen nos Estados Unidos, explorando os conflitos de identidade que marcaram sua trajetória artística. Em entrevista ao jornal O Globo, o diretor destacou o tom da obra ao afirmar que se trata de “a história da Carmen Miranda nos Estados Unidos e sobre como ela morreu cedo porque não permitiram que deixasse de ser Carmen Miranda”, definindo o projeto como um drama sobre identidade. Em dezembro de 2025, foi anunciado que Larissa Manoela assumiria o papel principal.[36] Na mesma ocasião, também foi divulgada a parceria entre o Globoplay e a Giros Filmes na produção do longa-metragem.[37]

Vida pessoal

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Foi casado com a atriz Amy Irving, ex-esposa do cineasta americano Steven Spielberg.[38]

Filmografia

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Bruno Barreto dirigindo o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, o seu maior sucesso.

Prêmios e indicações

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Prêmios e indicações recebidos por Bruno Barreto
Ano Prêmio Categoria Destinatário(s) Trabalho Resultado
1973 Festival Internacional de Cinema de Moscou Golden Prize Tati[40] Nomeado
1974 Associação Paulista de Críticos de Arte[41] Melhor Roteiro
Bruno Barreto
A Estrela Sobe Venceu
1977 Festival de Cinema de Taormina Golden Charybdis Dona Flor e Seus Dois Maridos[42] Indicado
Festival de Cinema de Gramado Melhor Direção
Bruno Barreto
Venceu
Melhor Filme[43] Indicado
1978 Globo de Ouro Melhor Filme em Língua Não Inglesa
Bruno Barreto
Indicado
1986 Festival de Cinema de Bogotá Melhor Diretor
Bruno Barreto
Além da Paixão Venceu
1988 Festival Internacional de Cinema de Chicago Gold Hugo Romance da Empregada Indicado
1997 Festival Internacional de Cinema de Berlim Urso de Ouro
Bruno Barreto
O Que É Isso, Companheiro?[44] Indicado
AFI Fest Prêmio do Público Venceu
1998 Oscar Melhor Filme Estrangeiro
Brasil[nota 1]
Indicado
Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Diretor
Bruno Barreto
Venceu
2001 Bossa Nova Indicado
2005 Festival de Cinema de Lima Primeiro Prêmio Elcine O Casamento de Romeu e Julieta Venceu
2014 Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro Melhor Direção[47]
Bruno Barreto
Flores Raras Venceu
GLAAD Media Awards Melhor Filme – Lançamento Limitado Indicado

Notas e referências

Notas

  1. Antes de 2026, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas considerava o país que submeteu o filme como o indicado oficial da categoria, com o diretor aceitando a estatueta em nome do país.[45][46]

Referências

  1. «"O Que é Isso, Companheiro?' perde Oscar para filme holandês». Folha de S.Paulo. 24 de março de 1998. Consultado em 20 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de julho de 2026
  2. «Diretor Bruno Barreto reflete sobre nova fase do cinema brasileiro: 'Evoluímos muito'». Revista Veja. Consultado em 11 de abril de 2026. Cópia arquivada em 17 de dezembro de 2025
  3. Barretão deixa de ser sócio da produtora que fundou há seis décadas; saiba o motivo. O Globo. Consultado em 10 de abril de 2026
  4. Novo Brasileiro’: saiba o que é e como ele influenciou a MPB. NovaBrasil FM. Consultado em 10 de abril de 2026
  5. "Diretor não é guarda de trânsito". Valor Econômico. Consultado em 10 de abril de 2026
  6. ‘O sucesso te engana, o fracasso te ensina’, diz Bruno Barreto. Quatro Cinco Um. Consultado em 10 de abril de 2026
  7. Estrela Sobe, A - Filme 1974. AdoroCinema. Consultado em 10 de abril de 2026
  8. 'Dona Flor e seus dois maridos' volta ao cinema em cópia remasterizada; veja que atrizes interpretaram personagem. O Globo. Consultado em 10 de abril de 2026
  9. 'Tropa de elite 2' bate 'Dona Flor' e é o filme brasileiro mais visto da história. O Globo. Consultado em 10 de abril de 2026
  10. Festival de Gramado 1977. Festival de Cinema de Gramado. Consultado em 10 de abril de 2026
  11. Amor Bandido : Elenco, atores, equipa técnica, produção. AdoroCinema. Consultado em 10 de abril de 2026
  12. Crítica O Beijo no Asfalto (1981). Pipoca Moderna. Consultado em 10 de abril de 2026
  13. Film review Gabriela 1983. Time Out. Consultado em 10 de abril de 2026
  14. Filmografia - Além da Paixão. Cinemateca Brasileira. Consultado em 10 de abril de 2026
  15. Romance da Empregada. Canal Curta!. Consultado em 10 de abril de 2026
  16. BERUMEN, Frank Javier Garcia. The Chicano/Hispanic Image in American Film. Westport: Greenwood Press, 1995. p. 235.
  17. O Coração da Justiça (1992). cineplayers.com. Consultado em 10 de abril de 2026
  18. 'Atos de Amor' desperdiça conflitos. Folha de S. Paulo. Consultado em 10 de abril de 2026
  19. Gabeira não se vê em personagem do filme. Folha de São Paulo. Consultado em 10 de abril de 2026
  20. ‘O Que é Isso, Companheiro?’ retorna aos cinemas brasileiros por tempo limitado. Rolling Stone Brasil. Consultado em 10 de abril de 2026
  21. One Tough Cop - Full Cast & Crew. TV Guide. Consultado em 10 de abril de 2026
  22. Bossa Nova: O Roteiro do Filme de Bruno Barreto. Universidade Federal de Goiás. Consultado em 10 de abril de 2026
  23. Gwyneth estrela comédia turbulenta de Bruno Barreto. O Estado de S. Paulo. Consultado em 10 de abril de 2026
  24. Casamento de Romeu e Julieta, O. Cinema com Rapadura. Consultado em 10 de abril de 2026
  25. "Caixa Dois" tenta repetir no cinema sucesso do teatro. Gazeta do Povo. Consultado em 10 de abril de 2026
  26. «Folha Online - Ilustrada - "Última Parada - 174" vai disputar indicação ao Oscar - 16/09/2008». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 14 de abril de 2012. Cópia arquivada em 29 de abril de 2026
  27. Reaching for the Moon. Rotten Tomatoes. Consultado em 10 de abril de 2026
  28. Crô perde especial de fim de ano e ganha filme dirigido por Bruno Barreto. Jornal Extra. Consultado em 10 de abril de 2026
  29. "Crô: O Filme" estreia em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras. UOL. Consultado em 10 de abril de 2026
  30. Crítica: Preconceituosa e rasa, comédia 'Crô' é falta de respeito com o público. Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de abril de 2026
  31. “Férias Trocadas”, filme de Bruno Barreto, estreia hoje nos cinemas de todo o Brasil. Paris Filmes. Consultado em 10 de abril de 2026
  32. “Férias Trocadas”: Comédia de Bruno Barreto promove confusão nas férias de duas famílias bem diferentes. Papo de Cinemateca. Consultado em 10 de abril de 2026
  33. Traição Entre Amigas - Filme 2023. AdoroCinema. Consultado em 10 de abril de 2026
  34. 'Traição entre amigas', o filme que venceu o despertador. O Globo. Consultado em 10 de abril de 2026
  35. Anna Luiza Santiago (27 de novembro de 2024). «Projeto antigo de Bruno Barreto sobre Carmen Miranda ganha previsão de filmagem e deverá ter Tata Werneck como protagonista». O Globo. Consultado em 7 de abril de 2026
  36. «Globoplay vai produzir filme sobre Carmen Miranda com Larissa Manoela». Correio Braziliense. Consultado em 7 de abril de 2026
  37. Anna Luiza Santiago (23 de dezembro de 2025). «Globoplay será um dos produtores de filme sobre Carmen Miranda estrelado por Larissa Manoela». O Globo. Consultado em 7 de abril de 2026
  38. «Bruno Villela Barreto Borges». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 6 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2022
  39. «3º Prêmio Guarani :: Premiados de 1997». Consultado em 8 de julho de 2021. Cópia arquivada em 20 de julho de 2025
  40. Facebook Live Conversation with Bruno Barreto on Dona Flor and Her Two Husbands. Cinema Tropical. Consultado em 15 de abril de 2026
  41. 1974: Cinema. Associação Paulista de Críticos de Arte. Consultado em 15 de abril de 2026
  42. Amado seja Jorge. Correio da Manhã. Consultado em 15 de abril de 2026
  43. Curiosidades do filme Dona Flor e Seus Dois Maridos. AdoroCinema. Consultado em 15 de abril de 2026
  44. Críticas do filme O Que É Isso, Companheiro?. AdoroCinema. Consultado em 15 de abril de 2026
  45. «Oscar muda regras para filmes internacionais, que agora podem concorrer após prêmio em festivais». G1. 1 de maio de 2026. Consultado em 7 de maio de 2026. Cópia arquivada em 24 de maio de 2026
  46. «Oscar 2027 anuncia mudança drástica na categoria de melhor filme internacional». Omelete. 1 de maio de 2026. Consultado em 7 de maio de 2026. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  47. 'Faroeste Caboclo' é o maior vencedor da 13ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Central Brasileira de Notícias. Consultado em 14 de abril de 2026

Ligações externas

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